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A importância dos pneus para uma condução segura
Os pneus são o elo vital de ligação do carro à estrada. Deverá certificar--se que não há um desgaste anormal no piso do pneu, nem cortes ou barrigas laterais.
Pressão dos pneus: · É o ar que está no interior do pneus que suporta a carga. Por esta razão, é impossível obter um bom rendimento caso a pressão não seja a correcta; · Consulte no manual do seu veículo qual a pressão correcta e verifique- -a pelo menos de 15 em 15 dias. A pressão deverá ser verificada antes do início da viagem, com os pneus frios; · Conduzir com os pneus a uma pressão diferente da recomendada (superior ou inferior) é perigoso, porque afecta o comportamento da viatura e diminuirá a vida dos pneus; · Nunca se esqueça do pneu sobressalente, verificando também a pressão deste. Equilíbrio das rodas e alinhamento da direcção: · É importante controlar periodicamente o equilíbrio das rodas e o alinhamento da direcção (de um modo geral, a cada 10.000 km ou 15.000 km, ou pelo menos uma vez por ano), sob pena de um desgaste rápido e anormal dos pneus; · O equilíbrio é necessário para eliminar eventuais vibrações que provocam desconforto na condução e um desgaste prematuro dos órgãos de suspensão da direcção, dos rolamentos e, principalmente, dos pneus; Um alinhamento incorrecto fará com que a direcção fique mais pesada e haja uma menor estabilidade do veículo, provocando um desgaste anormal e mais rápido dos pneus.
O Que fazer em caso de Acidente Automóvel?
Assinale o local do acidente com o triângulo de sinalização e, se necessário, acenda as luzes de presença do seu automóvel.
Para permitir uma correcta participação à sua seguradora e a resolução do sinistro: · Preencha a DAAA – Declaração Amigável de Acidente Automóvel, respondendo a todos os quesitos; · Nunca se esqueça que ambos os condutores devem assinar o documento; · Se necessário, solicite a intervenção das autoridades. Faça-o sempre no caso de existirem feridos; · Procure identificar testemunhas do acidente;
Cada um dos intervenientes deverá ficar com uma cópia da DAAA – é indiferente ser o original ou o duplicado. Se o sinistro consistir num Furto ou Roubo do veículo seguro, o Cliente deverá dirigir-se rapidamente à esquadra da Polícia mais próxima e participar a ocorrência. Deverá solicitar uma cópia da participação e entregá-la ao seu Agente ou num escritório da Seguradora.
O que é o IDS?
O IDS (Indemnização directa ao segurado) Sistema de regularização de sinistros no âmbito dos seguros de responsabilidade civil automóvel e de danos próprios, que se caracteriza pelo facto da seguradora do condutor(total ou parcialmente) inocente pela ocorrência de sinistro pagar directa ou previamente ao seu segurado a indemnização a que tenha direito, procedendo posteriormente ao acerto de contas e recuperação do montante entretanto pago junto da seguradora do condutor responsável pelo acidente. A responsabilidade civil automóvel e de danos próprios, que se caracteriza pelo facto da seguradora do condutor(total ou parcialmente) inocente pela ocorrência de sinistro pagar directa ou previamente ao seu segurado a indemnização a que tenha direito, procedendo posteriormente ao acerto de contas e recuperação do montante entretanto pago junto da seguradora do condutor responsável pelo acidente.
Como fazer em caso de Acidente na Habitação
Sempre que ocorrer um sinistro em casa, o Cliente deverá fazer a respectiva participação e entregá-la num dos escritórios da Seguradora ou no seu Agente de Seguros. Se o sinistro em causa consistir num Furto ou Roubo deverá dirigir-se rapidamente à esquadra da Polícia mais próxima e participar a ocorrência. O Cliente deverá solicitar uma cópia da participação e entregá-la ao Agente ou num escritório da Seguradora. Em qualquer caso, conserve sempre os recibos originais das despesas suportadas em consequência do sinistro.
Da maternidade aos 18 meses (cadeira 0-13 kg) Cadeira portátil: é a mais indicada para os recém-nascidos devido à sua posição semi-sentada que permite amparar a cabeça, o pescoço e as costas da criança uniformemente em caso de acidente. Deve ser sempre utilizada no sentido inverso ao da marcha.
A partir dos 18 meses (cadeira 0-18 kg) Estas cadeiras devem ser utilizadas preferencialmente voltadas para trás, no entanto, poderão ser utilizadas voltadas para a frente A cabeça da criança não deverá estar mais alta que as costas da cadeira.
Cadeiras de apoio (cadeira 9-36 kg ou 16-36 Kg) São indicadas para crianças com mais de 2 anos, desde a altura em que começam a viajar voltadas para a frente, e podem ser
Bancos elevatórios Poderá ser utilizado o banco elevatório a partir dos 7 ou 8 anos, se o cinto de segurança não ficar sobre o pescoço da criança. Caso contrário, deve continuar a utilizar a cadeira de apoio. A maior parte das cadeiras de apoio têm as costas destacáveis, podendo ser transformadas em bancos elevatórios.
O que diz a legislação portuguesa: Crianças com menos de 3 anos devem viajar obrigatoriamente num dispositivo de retenção aprovado para o seu tamanho e peso. Crianças com mais de 3 anos e menos de 12 anos devem viajar prioritariamente nos lugares equipados com dispositivos de retenção aprovados, adequados ao seu tamanho e peso, ou, no caso de estes não existirem, terão de usar o cinto de segurança.
O que é um “dispositivo de retenção aprovado”? Sistema que se prende ao automóvel através do cinto de segurança, com ou sem cintos integrados, e que é submetido a alguns testes, entre os quais um dinâmico, a cerca de 50 km/h, tendo que “aguentar” o impacto sem se quebrar e sem permitir deslocações e forças excessivas no “manequim” que transporta. Se passar nos testes, o sistema é aprovado e certificado pelas autoridades, ou seja, considera-se que obedece às normas mínimas de segurança estabelecidas no Regulamento n.º 44/03 da ECE/ONU. Reconhece-se através da presença obrigatória da etiqueta “E” que contém informações sobre o peso da criança para a qual é adequada e o número de homologação.
VIAGE EM SEGURANÇA—UM CONSELHO PVSEGUROS! |
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Porque sabemos que é uma pessoa que se preocupa com os seus seguros e com a sua segurança damos-lhe algumas dicas úteis:
Como agir em condições atmosféricas
Nevoeiro:
· Reduza a velocidade até sentir segurança na identificação da estrada e dos demais veículos. Assim terá mais tempo para reagir a imprevistos; · Acenda os faróis de nevoeiro (dianteiros e traseiros) mesmo de dia, para o veículo ficar mais visível; · Com estas condições atmosféricas a fadiga surge com mais facilidade devido ao esforço do condutor para tentar ver melhor; · A neblina exige muita concentração: procure sempre pontos de referência para apoio visual – faixas central e lateral, placas, veículos que vão à frente. Fique atento a apoios auditivos, como o som de buzina, motor ou sirene, que indicam aproximação de veículos.
Aquaplanagem: · A água, os pneus em más condições ou com pressão baixa e as velocidades elevadas podem causar a aquaplanagem. Esta ocorrência consiste na perda total do contacto dos pneus com o piso, deslizando o veículo sobre uma superfície de água, o que faz com que o condutor perca o controlo sobre a direcção e, consequentemente, sobre a trajectória do veículo; · Para retomar o controle do veículo, tire o pé do acelerador, rode suavemente o volante para a esquerda e para a direita, procurando corrigir os deslocamentos laterais; Não faça movimentos bruscos, nem trave a fundo. O bloqueamento das rodas pode fazer perder o controlo do veículo e este poderá entrar em pião ou até mesmo capotar.
Diminua o risco de avarias e/ou acidentes
Antes de iniciar a sua viagem verifique: · A pressão de todos os pneus, incluindo o sobressalente; · O bom funcionamento dos travões; · As luzes exteriores – funcionamento, regulação e bom estado dos piscas; · O nível do combustível; · O nível do óleo e do líquido refrigerante do motor, do limpa-vidros e da bateria; · A limpeza dos vidros e dos espelhos. |
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A sua segurança está nas suas mãos! |
